Comunidade de Pokémon e Videojogos no geral!

Login

Esqueci minha senha

Dezembro 2016

DomSegTerQuaQuiSexSab
    123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

Calendário Calendário

Parceiros

Fate4Anime
PokéFórum-PT

    Kingdom Hearts Re: Chain of Memories (PS2)

    Compartilhe

    BAlvez
    Mewtwo

    Mensagens : 6024
    Reputação : 24
    Data de inscrição : 30/12/2011
    Idade : 24
    Localização : Vila Nova de Gaia

    Kingdom Hearts Re: Chain of Memories (PS2)

    Mensagem por BAlvez em 1/7/2014, 22:37


    Versão testada: -----------

    Em 2004 foi publicado pela Square Enix um jogo para o Game Boy Advance de nome Kingdom Hearts: Chain of Memories. Este título foi desenvolvido pela Jupiter e conta os eventos que se seguem após os acontecimentos da primeira entrega da série, algo muito criticado na altura pois obrigava que os fãs possuíssem um GBA para entender o porquê de Sora estar num determinado local no segundo capítulo numerado de Kingdom Hearts. Tendo isso em conta, quando a Square Enix lançou a edição Final Mix de Kingdom Hearts II em 2007 (exclusiva do Japão) também fazia parte do conjunto Re: Chain of Memories. Esta é uma adaptação para a Playstation 2 do jogo do GBA, foi produzido pelos estúdios da própria Square Enix e no final de 2008 os norte-americanos receberam esse capítulo como um título stand-alone (já nos territórios PAL a versão PS2 nunca viu a luz do dia). Esta nova versão é aquela que irei falar nesta análise, mas antes disso preciso de dar a conhecer um pouco da história.

    Sora e os seus amigos Donald, Goofy e o grilo Jiminy continuam a procurar pelo Rei Mickey (e também por Riku) após os eventos do primeiro Kingdom Hearts, até que numa noite o nosso protagonista acaba por encontrar um homem muito misterioso. Este individuo esconde-se num casaco negro que também lhe tapa o rosto e influencia Sora a seguir um caminho que leva ao Castle Oblivion dando a entender que aquilo que ele procura está lá. Tendo isso em conta eles optam por seguir essa estrada, mas no momento em que entram nesse castelo o mesmo homem passa a explicar que quem lá entra esquece-se das suas habilidades e para voltar a usá-las é preciso utilizar um conjunto de cartas baseadas nas memórias de Sora (e tudo o que ele irá encontrar neste lugar é baseado nelas). Para além disto, esse homem avisa que quanto mais pisos eles subirem neste castelo, mais memórias eles irão perder, mas para encontrar o que procuram têm mesmo de o fazer.
    Enquanto isso acontece, Riku também marca presença no Castle Oblivion mas nos pisos inferiores dele. Depois dos acontecimentos do primeiro jogo, o amigo de Sora conseguiu de alguma forma escapar do reino da escuridão e foi parar a este misterioso castelo onde irá voltar a encontrar Ansem. Esta personagem irá causar um grande dilema em Riku pois ele quer fugir da escuridão que o atormentou no passado e encontrar o caminho da luz, mas o seu lado negro está sempre a persegui-lo e ele não consegue encontrar a melhor forma de lidar com a situação. Durante esta jornada ele irá contar com a companhia em espirito do Rato Mickey (pois ele ainda se encontra no reino da escuridão) e este será o seu maior aliado nesta jornada.

    Agora sim chegou a altura de falar do gameplay deste jogo e existe muito que dizer. A base é a mesma da versão GBA, mas isto em cenários e movimentação em 3D que dá uma profundidade maior quando comparada à experiência portátil. Mas para atingir os seus objectivos, os protagonistas terão de subir pelos diversos pisos do Castle Oblivion mas essa não será uma tarefa fácil, como disse anteriormente, este castelo gira em torno das memórias dos seus alvos de onde resultam as World Cards. Estas cartas correspondem a um mundo onde Sora e Riku estiveram no passado e para eles avançarem para o próximo andar têm de revisitar esse local. Tudo o que for lá encontrado é baseado nas memórias deles, sejam inimigos, habitantes ou os eventos que aconteceram, mas tudo isto representado de uma forma diferente para dar uma sensação de descoberta ao jogador mesmo que já conheça esses locais do primeiro Kingdom Hearts. Um dos grandes responsáveis disso é a estrutura dos mundos pois estes estão divididos por salas, quanto mais avançarmos no castelo mais divisões os mundos terão, aumentando o desafio de forma gradual. Foi uma decisão inteligente, mas existe forma de manipular o que podemos encontrar na sala que se segue, sempre que vencermos uma batalha (irei falar delas mais à frente) os inimigos deixam cair Map Cards que podem ser de quatro tipos diferentes, as de inimigos (vermelhas), status (verdes), as cartas de prémio (azuis) e Keycards (amarelas), isto para além de uma especial chamada de Random Joker que terá um efeito aleatório. As cartas vermelhas manipulam a quantidade e/ou perspicácia dos Heartless que vamos encontrar, as verdes podem aumentar o nosso desempenho em batalha nessa sala ou provoca efeitos que influenciam o movimento dos inimigos, as azuis fazem aparecer um baú que nos dá uma nova carta de batalha, de mapa ou um Save Point (mas existem diversos Save Points nos andares do castelo, nos mundos é que não) e as amarelas desbloqueiam as salas onde existem diversas recompensas ou eventos da história para progredirmos na nossa aventura. Tudo isto serve para ir ao encontro da forma que o jogador pretende viver esta aventura, porém existem diversas salas onde só usando cartas de um determinado tipo são as que irão abrir essa porta, sobretudo as que estão ligadas ao desenrolar da história desse piso para que exista alguma exploração antes de avançar para o próximo andar do castelo. Mas existe uma mecânica muito importante que ainda não referi e são os números, cada carta tem um valor que pode ir do 0 ao 9 assim como cada uma das portas. Se a porta tiver um valor com uma seta a apontar para cima, é preciso usar uma carta com um número superior a esse para a abrir, se tiver uma seta a apontar para baixo então aplica-se o inverso mas se tivermos uma carta de valor 0 basta usá-la que não é preciso cumprir à risca a indicação dada. E ainda temos portas que pedem um valor igual ao indicado ou uma soma total, e nestes casos não podemos utilizar a carta 0 (a menos que o valor pedido seja concretamente esse).
    Falando agora do sistema de combate, e como seria de se prever, o ponto principal no combate são as cartas e é por aqui que passa toda a estratégia que possa vir a existir. Estas cartas são a representação das habilidades esquecidas de Sora e Riku e utilizando-as é que eles podem voltar a utilizá-las. Tal como as Map Cards, existem diversos tipos de cartas de combate que têm os mais diferentes efeitos em batalha, e elas são:

    • Attack Cards (vermelhas) – Estas cartas correspondem aos danos físicos causados pela Keyblade, começamos com a simples Kingdom Key mas podemos ter cartas relativas a outras Keyblades que têm efeitos secundários;
    • Magic Cards (azuis) – Estas cartas invocam um ataque mágico e os feitiços são os mesmos existentes em Kingdom Hearts;
    • Item Cards (verdes) – As cartas desta categoria podem fazer recuperar instantaneamente as cartas que foram utilizadas. As poções recuperam as de ataques físicos, os éteres recuperam as de magia e os elixires de ambas as categorias;
    • Enemy Cards (pretas) – Acessíveis quando se carrega no Select no nosso comando, as cartas deste tipo são “dropadas” pelos inimigos e podem melhorar a forma de gerir o baralho ou aumenta as capacidades do protagonista;
    • Friend Card (verdes) – Estas cartas podem aparecer com o decorrer de um combate e ao utiliza-las invocamos um dos nossos amigos para nos ajudar em batalha;
    • Gimmick Card (verde) – Esta é uma carta especial que apenas aparece durante as Boss Battles. Esta carta é representada pelas orelhas do Rato Mickey e pode gerar efeitos que nos podem dar uma vantagem nestes confrontos.

    E todas estas cartas (à excepção das Friend e Gimmick) são colocadas num dos três baralhos que podemos construir e alterar sempre que assim o entendermos, porém existe um limite de cartas que podem fazer parte deste conjunto. Esse limite é o CP (Card Points) que pode ser aumentado sempre que se evolui de nível para que o jogador tenha uma maior margem de manobra para aplicar as suas estratégias (e ainda existem Premium Cards que consomem menos CP’s que o normal), mas antes de falar delas é preciso de dar a conhecer os básicos deste sistema de batalha. Sempre que virmos um Heartless numa das salas de determinado mundo podemos ir ao encontro dele mas não o podemos derrotar na hora, em Chain of Memories tudo funciona de uma forma diferente. Ao interagir com um inimigo (seja ir ao encontro dele ou acertar-lhe com a Keyblade) somos transportados para uma sala alternativa onde todas as batalhas terão lugar, muito ao estilo dos jogos da série “Tales Of” ou de Zelda II. Se acertarmos com a Keyblade no inimigo antes de começar a batalha, quando ela iniciar-se todos eles estarão atordoados dando assim uma vantagem no seu início, mas mais importante são mesmo as cartas que temos ao nosso dispor. Aqui o objectivo é atacar os adversários com as habilidades que temos no nosso baralho mas elas têm um limite de uso pois sempre que utilizemos determinada carta ela deixa de fazer parte do baralho, mas a qualquer momento podemos ir “repescar” as cartas que já foram utilizadas antes sempre que fizermos um “reshuffle” ao nosso deck. Para fazer isso é necessário premir durante alguns segundos na carta negra do nosso baralho criando assim uma abertura para os nossos inimigos nos atacarem. Mas não é só neste período que eles podem atacar, tal como as Map Cards todas as cartas de batalha estão numeradas e os próprios inimigos também utilizam as suas cartas para causar danos, aqui o objectivo é apresentar uma carta de maior número para manter o nosso conjunto de ataques sucessivos ou então quebrar os do adversário (e quanto maior o número, mais forte é o ataque). Porém o número 0 também é bastante especial neste campo pois pode quebrar qualquer ataque independentemente do valor que a sua carta tenha, em contra partida esta é um tipo de carta muito frágil e nada útil para atacar. Este sistema faz-me lembrar do popular jogo de cartas convencionais chamado de “Guerra” onde o objectivo é apresentar a carta mais alta para ganhar um “duelo” e no fim ter todo o baralho em nossa posse, mas em Chain of Memories aquilo que dita o desfecho são os Hit Points tal como na maioria dos RPG’s e em vez de confiar na sorte ou na ordem em que colocamos as cartas, podemos sempre escolher que carta do nosso baralho pretendemos utilizar. Mas como isto é acima de tudo um videojogo, existem regras especiais que tornam o desenrolar de uma partida bem mais interessante e o maior responsável são sem dúvida os Sleights. Durante uma batalha podemos pressionar no triângulo e a carta seleccionada é colocada em espera onde podemos juntar mais duas, mas uma vez que a terceira carta seja adicionada a esse conjunto elas são utilizadas automaticamente ao mesmo tempo, mas mais importante ainda, se cumprirmos um dos requisitos dos Sleight que conhecermos (utilizando cartas que somando dão um determinado valor total, cartas do mesmo tipo, etc.) então é executado um ataque especial como o Ars Arcanum ou Magias de maior nível. É aqui que se vê o lado mais estratégico deste Chain of Memories e estas habilidades são quase todas baseadas naquelas existentes no primeiro jogo, mas existem algumas novas quando se utilizam combinações únicas. O maior exemplo disso talvez seja Lethal Frame, que é na minha opinião uma das melhores opções no jogo e Sora pode aprendê-la uma vez que alcance o nível 32. Uma outra característica importante no uso de um conjunto de cartas é que a primeira carta adicionada ao Sleight não irá voltar a aparecer até ao final da batalha, isto para não permitir um uso excessivo destas habilidades e promover a diversidade e improvisação do jogador (ou então montar o deck perfeito). Por falar nisto, é de referir que sempre que evoluirmos um nível nós podemos escolher que característica melhorar, o HP, o CP ou então (e se possível) aprender um novo Sleight, assim o jogador pode escolher a opção que ache que seja mais útil para o seu estilo de jogo.
    Mas tudo isto que disse em relação ao combate apenas se aplica à aventura com o Sora, Riku tem um estilo de jogo algo diferente. Ele não tem um baralho propriamente dito, as cartas que vamos tendo ao nosso dispor vão variando de piso para piso e de mundo para mundo oferecendo assim um estilo de jogo mais directo e limitado no que toca à criatividade. Para além disso, ele não pode realizar Sleights mas tem duas particularidades, os Duelos e o Dark Mode. Sempre que se utilize uma carta com o mesmo valor da que o adversário utilizou (e vice-versa) provocamos um duelo onde o objectivo é utilizar sempre uma carta maior que a do adversário, caso se faça isso com sucesso o Riku usa um ataque especial que se assemelha aos Sleights, caso contrário ele deixa aberturas para o adversário atacar. Já o Dark Mode, uma vez que o jogador preencha a barra que está no canto superior esquerdo do ecrã até aos 30 DP’s, o Riku utiliza a sua escuridão e tira proveito dos poderes dados por Maleficent no primeiro jogo da série. Para além de tornar Riku mais forte, o Dark Mode permite que ele utilize Sleights livremente, podendo assim realizar melhores ataques enquanto está a usar os seus poderes obscuros. Esta transformação dura até que o valor da mesma barra chegue aos 0 DP’s, para isso acontecer Riku tem de perder Dark Points e isso acontece sempre que ele receba danos adversários ou a sua carta seja quebrada. Por causa disto, Riku pode aumentar o seu Attack normal e Attack no Dark Mode sempre que evolua de nível em vez de CP e Sleights como Sora.
    Este jogo parece-se com Kingdom Hearts mas não é Kingdom Hearts. Temos aqui um estilo de jogo completamente diferente daquilo que se conhece na série e essa é a maior e única critica que posso fazer a jogabilidade deste capítulo pois obriga que uma pessoa que já conheça a série a adaptar-se esta nova dinâmica, mas admito que vai crescendo à media que se vai jogando e o jogando com Riku a aventura parece outra. O primeiro impacto que tive com esta entrega não foi a melhor e não tirei qualquer proveito dela, mas hoje depois de ter jogado mais reconheço que esta abordagem mais profunda é muito boa, visualmente parece ser muito semelhante a Kingdom Hearts mas é um jogo mais pausado que dá um certo tempo para que o jogador vá desenvolvendo as suas estratégias em tempo real, isto em diversas dificuldades que vão em conta da perícia do jogador.
    Depois de dedicar algum tempo aprendi a gostar deste sistema de combate, mas o jogo em si não dá um grande suporte a isto. Embora exista exploração, o jogo é muito linear e segue sempre a mesma estrutura, entramos num mundo, derrotamos o Boss e concluímos a história, depois passamos ao próximo piso do Castle Oblivion, lá vamos para um novo mundo onde a estrutura é a mesma do anterior. A única coisa que agita um pouco as coisas são os confrontos com as pessoas que se vestem de negro, outros eventos que estão ligadas à história principal (ou seja, o que acontece mesmo no castelo) e a fase final deste jogo onde até visitamos locais únicos.
    Visualmente este jogo deixa a desejar pois está mais próximo do primeiro Kingdom Hearts do que do KH II em praticamente tudo, para um jogo lançado depois do segundo capítulo numerado da série isso não é bom. Mas o que mais desilude é que apenas foram acrescentadas cut-scenes naquilo que envolve o Castle Oblivion, caso contassem a história dos diversos mundos que somos obrigados a visitar através de cinemáticas, não tenho dúvidas que a aventura tivesse mais algum brilho e não parecesse tão inútil quanto é. Em vez disso temos o estilo clássico das personagens conversarem através de balões de diálogo, tendo em conta a plataforma podiam fazer mais e melhor. Mas salva-se aquilo que foi feito, os acontecimentos que mais interessam são contados de uma forma mais clara que na versão GBA e as novas personagens estão bem caracterizadas.
    Este jogo também se assemelha mais ao primeiro Kingdom Hearts que ao segundo, mas aqui faz sentido tendo em conta a cronologia da série e que muitos dos locais que visitamos são desse capítulo, mas a voz de Sora é a mesma do Kingdom Hearts II, algo mais madura e tendo em conta que Chain of Memories passa-se logo após o primeiro jogo, é coisa que causa estranheza. Para além disso, existem novas músicas de qualidade, mas são ouvidas de forma muito frequente e tornam-se “mais uma” neste grande leque de músicas onde as dos mundos do primeiro Kingdom Hearts voltam a marcar presença. Essas músicas são de qualidade, mas podiam existir novas versões delas para dar uma frescura maior a este jogo pois existe aqui muito material reciclado. No meio de tudo isto salva-se o trabalho de vozes que é de grande qualidade e todas as personagens estão muito bem representadas, só aponto mesmo aquela questão do Sora que referi anteriormente.

    Gráficos 6,5 - Deixam algo a desejar pois podiam ser muito mais daquilo que é, mas tem os seus pontos positivos;
    Som 7,5 - Trabalho de vozes de grande qualidade e até existem novas músicas, mas a maioria delas são recicladas do primeiro Kingdom Hearts;
    Jogabilidade 9,0 - Não é Kingdom Hearts e requer um período de adaptação, mas está aqui uma posposta mais estratega e profunda muito boa;
    Longevidade 6,0 - Estamos a fazer sempre a mesma coisa ao longo de imensas horas tornando assim o jogo muito chato;
    Dificuldade 7,0 - Este novo sistema de combate é muito desafiante e até existem diversas dificuldades, mas não causa uma boa primeira impressão e é capaz de afastar muita gente.

    Nota Final - 7,2

    Dito isto, aquilo que posso dizer é que Chain Of Memories (quer a versão falada quer a portátil) é ao mesmo tempo o pior capítulo da série e o mais interessante. Temos aqui uma abordagem bem diferente daquilo que conhecemos e isso é um repelente para a maioria das pessoas que conhecem bem esta série, mas o gameplay é bem interessante e desafiador num estilo pouco conhecido. Infelizmente a estrutura do jogo não dá o maior suporte a esta entrega (talvez faça mais sentido na versão GBA), mas acredito que num outro contexto tivesse grande sucesso.
    Por isso, se gostam de Kingdom Hearts recomendo que dêem pelo menos uma oportunidade ao jogo aqui falado, mas se não gostarem é perfeitamente compreensível. Já se preferem RPG’s bem profundos ou jogos de estratégia, talvez encontrem aqui uma alternativa muito boa e quem sabe se não acabam por se iniciar nesta série maravilhosa.


    _________________


    Friend Code 3DS XL (principal) | 4081-5670-1330
    Friend Code 3DS (secundária) | 1907-9133-8595
    Nintendo Network ID Wii U | BAlvez

    xdjogs
    Suicune

    Mensagens : 2676
    Reputação : 1
    Data de inscrição : 05/01/2012
    Idade : 22
    Localização : Caldas da Rainha

    Re: Kingdom Hearts Re: Chain of Memories (PS2)

    Mensagem por xdjogs em 2/7/2014, 18:11

    Gostei da análise, mais uma vez XD Eu só joguei um bocado da versão de GBA e não gostei nada do sistema de cartas... Na minha opinião, o sistema original de KH é mais intuitivo e mais simples, e funciona melhor...


    _________________

    O meu RPG: http://pokemaxi.foruns.com.pt/t693-cartao-de-jogador-xdjogs
    O meu perfil no Deviantart: http://elricmon.deviantart.com/

    Tópico dos Jogos à borla para o Steam: http://pokemaxi.foruns.com.pt/t988-jogos-a-borla-para-o-steam

    BAlvez
    Mewtwo

    Mensagens : 6024
    Reputação : 24
    Data de inscrição : 30/12/2011
    Idade : 24
    Localização : Vila Nova de Gaia

    Re: Kingdom Hearts Re: Chain of Memories (PS2)

    Mensagem por BAlvez em 2/7/2014, 18:34

    Ainda bem que gostaste xdjogs Very Happy

    E esqueci-me de escrever na mensagem original o meu agradecimento ao lobito pela a habitual revisão. Mais uma vez, muito obrigado Wink


    _________________


    Friend Code 3DS XL (principal) | 4081-5670-1330
    Friend Code 3DS (secundária) | 1907-9133-8595
    Nintendo Network ID Wii U | BAlvez

    xdjogs
    Suicune

    Mensagens : 2676
    Reputação : 1
    Data de inscrição : 05/01/2012
    Idade : 22
    Localização : Caldas da Rainha

    Re: Kingdom Hearts Re: Chain of Memories (PS2)

    Mensagem por xdjogs em 2/7/2014, 19:26

    Eu tenho 3 análises planeadas, mas não tenho tido vontade de pensar nelas, a ver se faço alguma coisa que isto anda muito parado XD


    _________________

    O meu RPG: http://pokemaxi.foruns.com.pt/t693-cartao-de-jogador-xdjogs
    O meu perfil no Deviantart: http://elricmon.deviantart.com/

    Tópico dos Jogos à borla para o Steam: http://pokemaxi.foruns.com.pt/t988-jogos-a-borla-para-o-steam

    Conteúdo patrocinado

    Re: Kingdom Hearts Re: Chain of Memories (PS2)

    Mensagem por Conteúdo patrocinado Hoje à(s) 02:21


      Data/hora atual: 3/12/2016, 02:21